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Engenharia que conecta: os modelos de torres usados pela AXIA Energia

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Conheça os diferentes tipos de torre de transmissão da AXIA Energia que mantêm o Brasil conectado de ponta a ponta

09/02/2026 at 17:17 | Updated 09/02/2026 at 14:17

A AXIA Energia, maior empresa de energia 100% renovável do Hemisfério do Sul, opera mais de 74 mil quilômetros de linhas de transmissão, uma das maiores malhas do mundo, garantindo que a eletricidade chegue com segurança e estabilidade a milhões de brasileiros. 
Por trás dessa infraestrutura gigante, uma engenharia precisa dá forma a diversos modelos de torres que sustentam o transporte de energia em alta tensão por longas distâncias.

Dois formatos de base: robustez ou leveza
As torres são classificadas, primeiro, pela forma como se apoiam no solo.
As autoportantes, apelidadas de “cara de gato”, ficam em pé sem cabos auxiliares e são escolhidas quando o espaço é limitado, como em áreas urbanas ou com obstáculos, ou quando a linha exige maior suportabilidade — como em mudanças bruscas de direção ou no fim de um tramo da linha.
Já as torres estaiadas, conhecidas como “torre raquete”, utilizam cabos de aço ancorados no solo, são mais leves e econômicas, mas exigem áreas maiores, sendo comuns em regiões rurais ou trechos longos.

 

Torre autoportante                                                             Torre estaiada


Sustentação dos cabos: cada tipo para uma função
Pelo papel que desempenham na linha, as torres se dividem em:


Suspensão — as mais frequentes, mantêm os cabos em trechos retilíneos e estáveis;
 



Ângulo — reforçadas, aplicadas em mudanças de direção, finais de linha ou áreas com ventos fortes e travessias delicadas, como rios;


Transposição — fazem o cruzamento das fases no trajeto da linha, equilibram o carregamento entre as fases em longas distâncias e reduzem interferências eletromagnéticas quando há linhas paralelas próximas;

Terminal — instaladas no fim dos trechos ou na entrada de subestações, suportam toda a tensão vinda de um único lado e são as mais robustas do conjunto.


 

Escolha técnica que muda de cenário para cenário
Com centenas de modelos possíveis, a escolha da torre ideal depende de critérios como vegetação, topografia, tensão da linha e custo-benefício, sempre garantindo segurança e eficiência operacional. benefício, sempre garantindo segurança e eficiência operacional.

Tecnologia acelerando a manutenção
A AXIA também avança no uso de drones, tablets e comunicação via satélite, que tornam as inspeções mais rápidas, precisas e conectadas, mesmo em áreas remotas — um diferencial que moderniza a manutenção das torres e linhas de transmissão.
Quer aprender mais sobre os tipos de torre de forma divertida? Clique aqui
 

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